Remédios: Curcumina pode ser benéfica para pacientes com artrite reumatoide

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riquétsia mais identificada, sendo também a segunda mais comum doença

endocardite intratável pela febre Q. PREVENÇÃO O reconhecimento da doença nos animais de criação e em outros animais domésticos deve alertar as comunidades para o risco da infecção humana. Nos idosos, estes mecanismos têm aspectos peculiares, resultantes do envelhecimento dos diversos orgãos e sistemas, assim como alterações dos sistemas enzimáticos e variações na microbiota do intestino. Em geral os pacientes com progressão mais lenta da doença são mais difíceis de serem diagnosticados, pois os sintomas se apresentam mais sutis e atenuados. A silicose pode apresentar três formas diferentes: Também conhecida como silicose nodular simples, é o tipo mais comum da doença. Os pacientes costumam ser assintomáticos ou apresentar sintomas que, em geral, são precedidos pelas alterações radiológicas. A dispneia (falta de ar) devido aos esforços é o principal sintoma e o exame físico, na maioria das vezes, não mostra alterações significativas no aparelho respiratório. Esse tipo de silicose, também conhecida como subaguda é caracterizado por apresentar alterações radiológicas mais precoces, de cinco a dez anos após o início da exposição. É a forma mais rara da doença, que é associada a exposições constantes à sílica livre por períodos que variam de poucos meses até cinco anos. As alterações destrutivas articulares são variáveis em um mesmo enfermo e entre a população com Artrite Reumatóide (AR).

Causas de artrite reumatoide

  • otite média
  • faringite estreptocócica
  • mononucleose infecciosa
  • doença de Kawasaki
  • endocardite
  • síndromes virais
  • hepatite
  • leptospirose
  • febre Q
  • doença colágeno-vascular
  • leucemia

Há casos bastante benignos e com alterações discretas ou ausentes e outros em que as deformidades instalam-se progressivamente e tornam-se extremamente graves mesmo com tratamento adequado.

Alguns pacientes com Artrite Reumatóide (AR) típica contam que durante meses ou anos tiveram surtos passageiros de artrite em várias ou poucas articulações, antes da doença tornar-se crônica. Nos casos mais graves a doença evolue progressivamente levando, com o passar do tempo, a grave incapacidade articular. A associação de Artrite Reumatóide (AR) com aumento do volume do baço, anemia, queda de glóbulos brancos e outras manifestações da doença chama-se síndrome de Felty. INTRODUÇÃO Artrite Reumatoide é uma doença adquirida através de formados auto-imunes contra IgG. O haplótipo HLA-DR4-DQw3,1 parece estar associado com manifestações mais severas de artrite reumatoide, como a síndrome de Felty. Assim como outros poluentes ambientais, o fumo pode estimular a formação de fator reumatoide em pessoas sadias, e, em casos de doença já estabelecida, torná-la mais erosiva e grave. Em alguns casos a doença pode ser amena, embora haja períodos de surtos agudos, quando ocorre a piora da inflamação nas articulações. Uma em cada dez pessoas com artrite reumatoide poderá ter um único episódio de atividade da doença, seguida de uma longa redução dos sintomas até que eles desapareçam. Nas fases agudas, a artrite reumatoide pode provocar perda de apetite, perda de peso, febre baixa, mal-estar, sudorese, moleza, angustia e irritabilidade.

Causas e fatores de risco da artrite reumatoide

  • Igualmente eficazes
  • Apresentam melhor resposta quando associados ao metotrexato.
  • Custo elevado.
  • Há relatos de hepatotoxicidade e aplasia de medula.
  • Reservado para pacientes que não respondem às formas convencionais de tratamento

A magnitude do processo inflamatório articular se corresponde com a magnitude das alterações ateroscleróticas encontradas.

É provável que diversos fatores estejam envolvidos no desencadeamento e perpetuação do processo inflamatório crônico, incluindo características genéticas, fatores ambientais, estímulos antigênicos infecciosos e alterações imunológicas (Figura 1). São características da artrite na artrite reumatoide: acometimento poliarticular: geralmente mais de 4 articulações estão envolvidas. No entanto, a doença pode ser oligo ou até monoarticular; artrite em mãos: o acometimento de punhos, metacarpofalângicas (MCF) e interfalângicas proximais (IFP) é frequente, desde o início do quadro. Embora as manifestações articulares sejam as mais características, a artrite reumatoide pode ocasionar acometimento específico em outros órgãos e sistemas. As manifestações extra-articulares são mais frequentes em pacientes com doença grave e poliarticular, FR positivo e com nódulos reumatoides. Os quadros pulmonares podem ser decorrentes da própria artrite reumatoide ou da terapia utilizada (metotrexato, sais de ouro e penicilamina) que causam doença intersticial semelhante à artrite reumatoide. Em estudos de necrópsias, alterações pleurais podem ser observadas em até 50% dos pacientes. Glomerulopatias podem ocorrer em pacientes com amiloidose secundária à artrite reumatoide de longa duração ou por efeito de terapias (ouro, penicilamina). Alterações da densidade mineral óssea (osteopenia e osteoporose) são frequentes em pacientes com artrite reumatoide.

A artrite reumatoide, também chamada de Poliartrite crônica evolutiva, é uma doença sistémica crónica, mas que envolve principalmente as articulações.

  • Efeito adversos: relacionados ao TGI (náuseas, vômitos, cólicas e diarréias), alterações do SNC, úlceras orais (tto a longo prazo), hepatotoxicidade (fibrose hepática, cirrose), pneumonite aguda, risco de infecções, teratogenicidade.

Embora a doença de Still seja uma das formas clínicas da artrite idiopática juvenil (AIJ), ela pode eventualmente ser observada em adultos.

Durante o período gestacional, observa-se geralmente uma melhora das manifestações clínicas da artrite reumatoide em até 75% das pacientes, embora 90% apresentem recaída nos primeiros 6 meses do puerpério. Diversos exames complementares podem ser utilizados para auxiliar no diagnóstico, diagnóstico diferencial, determinação de prognóstico e acompanhamento do tratamento na artrite reumatoide. Anticorpos antinucleares (ANA) – o mesmo que fator antinuclear (FAN) – estão presentes em até 50% dos pacientes com artrite reumatoide, não significando concomitância de outras doenças autoimunes. Até 30% dos pacientes com artrite reumatoide são soronegativos para FR, sendo que, na fase inicial da doença, essa cifra pode chegar a mais de 50%. Recentemente, diversos anticorpos contra antígenos do sistema filagrina-citrulina foram estudados na artrite reumatoide, sendo que os anticorpos contra peptídeos citrulinados cíclicos (anti-CCP) demonstraram maior aplicabilidade clínica. A radiografia óssea convencional é ainda o método mais utilizado, sendo que as alterações radiológicas fazem parte dos critérios diagnósticos da artrite reumatoide. Nenhuma dessas alterações é patognomônica, mas a sua presença, sobretudo se simétrica e associada ao quadro clínico, sugere fortemente a doença. A ressonância é, sem dúvida, entre os métodos de imagem atualmente disponíveis, o mais sensível para detectar as alterações próprias da artrite reumatoide. O diagnóstico na fase precoce da doença, contudo, é especialmente difícil, já que alterações sorológicas e radiológicas características muitas vezes estão ausentes.

Ao longo do tempo, a artrite reumatoide também pode envolver outros órgãos e sistemas, como pele, olhos, pulmões, coração , vasos sanguíneos e rins .

Considerando-se os pacientes na fase inicial da doença, apenas 38% preenchem os critérios do ACR nos primeiros 12 meses de acompanhamento, e não mais do que 66% após 4 anos.

Desde o diagnóstico da artrite reumatoide, o paciente e sua família devem ser informados sobre o caráter crônico da doença. Os antiinflamatórios são as drogas mais utilizadas no tratamento da artrite reumatoide. 1.Antimaláricos Os antimaláricos vêm sendo usados no tratamento da artrite reumatoide há mais de 50 anos, sendo seguros e eficazes, sobretudo para formas iniciais e leves. Doença intersticial crônica ou nódulos pulmonares, muitas vezes assintomáticos, são mais frequentemente observados, sendo muitas vezes de difícil diagnóstico diferencial com as alterações pulmonares decorrentes da própria artrite reumatoide. Outras manifestações possíveis são alterações do sistema nervoso central, nodulose cutânea, aumento da chance de infecções oportunísticas e de linfoma não Hodgkin. 3.Sulfassalazina A sulfassalazina é uma droga eficaz para o tratamento da artrite reumatoide, com perfil de toxicidade bastante aceitável, sendo utilizada no tratamento de formas leves a moderadas. 7.Minociclina A minociclina, único antibiótico cuidadosamente estudado para uso na artrite reumatoide, atualmente não é mais utilizada no tratamento. A descontinuação da droga era frequente pela falta de eficácia a longo prazo e aos efeitos colaterais (alterações da cor da pele, tonturas, distúrbios gastrintestinais e fenômenos autoimunes). A base fisiológica do uso de imunossupressores para o tratamento da artrite reumatoide é a evidência de múltiplos mecanismos imunológicos mediando a sinovite e outras manifestações extra-articulares da doença.

Artrite séptica, Pseudogota, Periartrite calcificada por apatita, Artrite reumatóide, Artrite reativa, Artrite psoriásica e Enteroartropatia

É usada no tratamento de formas moderadas a severas da artrite reumatoide, refratárias a outros tratamentos ou para controle de manifestações extra-articulares graves, como a vasculite.

Um dos mais notáveis avanços recentes em termos de terapia na artrite reumatoide foi o desenvolvimento dos agentes modificadores da resposta biológica (agentes biológicos). Embora essas drogas pareçam ser hoje as medicações mais efetivas no controle da artrite reumatoide, ainda são necessários estudos de segurança a longo prazo. Figura 2: Mecanismo de ação dos agentes anti-TNF-alfa no tratamento da artrite reumatoide. O tratamento cirúrgico bem indicado contribui para a melhora da função, mobilidade, controle da dor e qualidade de vida do paciente com artrite reumatoide. Pacientes com doenças crônicas, como é o caso da artrite reumatoide, frequentemente buscam terapias alternativas, algumas vezes em detrimento do tratamento tradicional. As causas de morte incluem doença cardiovascular, infecções, doenças pulmonar e renal, doenças linfoproliferativas e sangramento gastrintestinal. A artrite reumatoide é uma doença com elevada morbimortalidade, e o retardo no diagnóstico e tratamento adequados pode levar a evolução para formas graves e incapacitantes. O pannus é um tecido granulomatoso que invade e destrói os tecidos cartilaginoso e ósseo, sendo o responsável pela destruição articular na artrite reumatoide. As manifestações extra-articulares são mais frequentes em pacientes com doença grave e poliarticular, com FR positivo e com nódulos reumatoides.

A artrite reumatóide é uma doença reumática sistémica e a forma mais comum de artrite.

A artrite reumatoide permanece hoje como uma doença crônica, com potencial de dano ósseo e cartilaginoso irreversíveis, acarretando altos custos para o indivíduo acometido e para a sociedade.

Assim, podemos esperar que, em um futuro próximo, com tratamento precoce, adequado e individualizado, a evolução esperada da artrite reumatoide seja a remissão. Efeitos colaterais mais comuns: alopécia e diarréia, menos comumente, neuropatia periférica, hepatotoxicidade e alterações hematológicas.